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NeuroArt DApp

Arte que financia ciência.

Arte que financia ciência.

O NeuroArt fraciona obras de artistas neurodivergentes em tokens ERC-20 na rede Base. Comprar uma fração é comprar uma parte real da obra — e financiar pesquisa no mesmo gesto.

Quem reúne 100% das frações de uma peça pode resgatá-la: o contrato queima os tokens e a obra física é entregue. É o Threshold Redemption, e é o que separa o NeuroArt de um NFT que só aponta para uma imagem.

Cada transação no marketplace destina recursos ao Fundo de Pesquisa NeuroArt, que financia protocolos não medicamentosos — de Jiu-Jitsu a interfaces cérebro-computador. É DeSci aplicada, não promessa de impacto.

O projeto é cofundado por Tales Hack e pelo Prof. Alexandre de Souza Fortis, em Porto Alegre.

Rede
Base L2
Padrão
ERC-20 fracionado
Resgate
Threshold Redemption
Split
80/20 artista/DApp
Destino social
Fundo de Pesquisa NeuroArt
Cofundação
Tales Hack e Prof. Alexandre de Souza Fortis

O que ele faz

Recursos

Tokenização fracionada

A obra vira frações ERC-20. Dá para participar sem comprar a peça inteira.

Resgate da obra física

Consolidou 100% das frações? O contrato queima os tokens e entrega a obra.

BCI e neuroplasticidade

Interfaces cérebro-computador capturam estados de hiperfoco e viram metadado da obra.

Fundo de pesquisa

Cada transação no marketplace alimenta o financiamento de ciência não medicamentosa.

Split transparente

80% para o artista, 20% para o DApp. A regra está no contrato, não numa promessa.

Liberdade cognitiva

O whitepaper é um manifesto: neurodivergência como diferença, não como déficit.